Categoria: aleatoriedades

Aleatoriedades de Segunda #5

…Só que não é segunda, hahaha! O blog está parado há algum tempo e eu venho adiando este post na esperança de que de repente, eu acorde e tudo esteja bem e nos eixos, mas eis que não está. Há quase um mês eu tive uma dor na coluna muito forte. Procurei um médico que diagnosticou aquilo como uma dor muscular passageira. Alguns anti-inflamatórios e um relaxante muscular e logo eu estaria sem dor. Levaram mais três visitas ao pronto-socorro, o fato de eu não conseguir andar, um raio x e uma tomografia para descobrir que o problema não eram apenas os músculos, mas também a coluna em si: abaulamento de discos.

Nome feio e muito, muito dolorido! Isso significa que o espaço entre algumas das minhas vértebras na região lombar, diminuiu um pouco e agora estou passando por uma crise de dor. Segundo a última ortopedista que eu visitei, não é nenhuma lesão séria, mas é chata e demora em torno de um mês e meio para que eu pare de sentir dores – só para vocês terem noção, neste último sábado, fui de novo para o pronto-socorro e só um derivado de morfina conseguiu aliviar a minha dor.

Neste exato momento, estou fazendo treinamento intensivo para quando chegar na melhor idade: a bengala virou minha melhor amiga. Estou usando colete lombar, tomando um verdadeiro coquetel de medicamentos que me deixa quase dopada o dia inteiro, afastada do trabalho, fazendo acunpuntura e um tico de fisioterapia para me ajudar com a dor. Em poucas palavras, tem sido um verdadeiro inferninho na terra, mas acredito que em breve, muito em breve as coisas voltam a ser o que eram.

Por enquanto, nada de fotos e muito menos ficar longas horas sentada na frente do computador. Aliás, que fique de alerta para vocês também: todo aquele blá blá blá que nós sempre ouvimos sobre a coluna e que geralmente não damos a mínima, tem um porque de ser.

Vejo vocês em breve!

Aleatoriedades de Segunda #4

O Perfeito Imperfeito
O Perfeito Imperfeito

Esta semana assisti a este video da Cinthya Rachel e me senti um tanto aliviada em perceber que não sou a única pensar que a perfeição é um objetivo tão inatingível quanto fazer chover chocolate do céu. O ser humano, por natureza, física, biológica, psicológica e o que quer mais que seja, é imperfeito. Não somos simétricos, não somos 100% índoles, passamos a vida em busca de um corpo esculpido que, por natureza, não nos pertence. Estamos o tempo inteiro julgando, tomando decisões, rotulando o bem e o mal, o perfeito e o imperfeito. A vida perfeita só existe na ficção. Em um comercial de margarina de trinta segundos.

Ainda assim, buscamos e buscamos aquilo que não podemos ter. Isso é muito mais palpável quando olhamos para o universo da beleza e seus primers que prometem sumir com poros, cremes milagrosos vão até contra a génetica do corpo feminino, afirmam que o bumbum fica lisinho em uma semana. E nós acreditamos porque nunca estamos satisfeitas com a imagem do espelho. Nunca seremos perfeitas do jeito que somos. Precisamos ter o corpo de fulana ou ciclana. Precisamos sair em todas as fotos flawless: sem rugas, sem poros, sem manchas, como uma verdadeira obra prima do Photoshop.

Eu como designer, sei bem das maravilhas que uma ferramenta de edição de imagem pode fazer. Os sonhos que pode vender. E ainda assim, eu mesma me vejo sendo ludibriada muitas e muitas vezes. Esta semana me peguei pensando o quanto eu seria mais feliz se apenas aceitasse que a perfeição não existe. Algumas coisas nós podemos melhorar: mudar a vida, correr atrás de um sonho, um emprego novo, novos contatos, uma nova rotina, um corpo que nós deixe mais feliz. Mas a perfeição… Esta deve-se reservar para as 2h que você passa numa sala de cinema. Ou para o livro que te mantém entretido. A vida é imperfeita em sua essência e desconfio que talvez seja isso que a faça tão interessante e preciosa.

The Pursuit of Happyness

E já que a história é sobre imperfeição e felicidade, este fim de semana revi um dos meus filmes favoritos: “A Procura da Felicidade”. A história é baseada em fatos reais e muito, mas muito inspiradora! Will Smith interpreta Chris Gardner, um vendedor de equipamentos médicos com um filho e uma esposa. As vendas vão de mal a pior e logo Chris encontra-se sem um teto para morar, sem a esposa e com um filho de cinco anos para criar. Ele resolve mudar de emprego e aposta todas as suas fichas em um programa de estágio não remunerado em uma corretora de ações. Imaginem como deve ser fácil criar um filho sem ter uma casa e sem ter a certeza de poder alimentá-lo e dar a ele a assistência necessária. E quantas pessoas não passam por isso…

Mas a história gira em torno da determinação e da coragem do personagem de enfrentar seus desafios e ir de encontro com seus sonhos e desejos. Apesar de não ser um filme novo, quem não viu é uma boa dica! Assisti a ele duas vezes e é impossível não se emocionar. E pra quem acha que Will Smith só consegue fazer MIB, fique feliz em saber que “A Procura da Felicidade” o rendeu uma indicação ao Oscar e outra ao Globo de Ouro, ambos na categoria de melhor ator.

Anote na agenda para assistir no fim de semana!

Double Rainbow
Double Rainbow

E para terminar, uma imagem que ficou impressa na minha mente: um arco-íris duplo em São Paulo! É tão difícil conseguir ver um por aqui, que dirá dois! Fiquei tão, mas tão feliz e confesso, até me emocionei.

Aleatoriedades de Segunda #3

2014, seja bem-vindo!

Firework display by Country CANADA..at Malaysia International Firework Competition 2007Foto: SJ Liew

O final de 2013 foi tão, mas tão corrido que mal tive tempo de ver meus e-mails. Mas eis que foi uma correria boa, da qual confesso, até senti falta nos últimos anos. Fazia algum tempo que isso não acontecia comigo no fim do ano! Foi bom por um lado mas por outro não consegui fazer os favoritos do ano, os melhores posts do blog e assim por diante (e portanto, não estranhem quando virem estes posts por aqui nas próximas semanas). De qualquer forma isso tudo não é uma justificativa pela minha ausência e sim a vida, com seus acontecimentos imprevisíveis e algumas vezes, planejados.

De qualquer forma, ano novo sempre me faz olhar para trás e ver as coisas boas que aconteceram (porque as ruins a gente pode deixar a cargo do esquecimento) e muitas delas, estiveram envolvidas com vocês, com o blog e por isso eu sou muito, muito grata! Nunca imaginei que o lipstick corner estivesse prestes a completar 5 anos e muito menos que tivesse uma participação tão importante na minha vida. Que em 2014 possamos continuar juntas aqui e que possamos perseguir nossos sonhos com determinação, um sorriso no rosto e muito amor!

Muito obrigada por mais este ano!

Ano novo, vida nova?
Resoluções de Ano Novo

Outro fato que eu sempre achei curioso em relação ao ano novo são as tais resoluções. “Vou perder 10kg este ano”, “Este ano vou levar uma vida mais saudável”, “este ano vou me matricular na academia”, “vou mudar de vida”, “serei uma pessoa melhor”… Nunca fiz resoluções de ano novo, nunca conheci ninguém que conseguisse cumprir suas próprias resoluções e sou dessas que acredita que mais vale a pena uma resolução para a vida do que dez para um ano. De tempos em tempos nós temos vontade de mudar tudo de uma vez e até conseguimos por uma semana, um mês, seis meses mas dificilmente aquilo vira um rotina, hábito e logo voltamos à “vida antiga” regada de doces, sedentarismo e sonhos que ficam mais e mais longe.

Talvez este sentimento derive da minha personalidade um tato metódica e com um pé na obsessão por organização. Gosto de planejar o que faço, traçar metas realistas com o que tenho em mãos, mas sem me proibir de sonhar. Não fiz nenhuma resolução de ano novo, mas desde 2013 quando minha vida começou a mudar, venho fazendo planos e espero que alguns deles possam se concretizar este ano. É sempre bom ter metas porque elas motivam e nos fazem correr atrás do que queremos, até daquelas coisas que achamos impossíveis, mas que, sabe-se lá como, conseguimos realizar. Claro que, como eu disse no começo do post, a vida é mais imprevistos do que planejamento e acho que isso acaba fazendo tudo ainda mais interessante.

E vocês? Fazem resoluções de ano novo?

Friends

Aproveitei um pequeno descanso de fim de ano para rever uma das melhores séries de todos os tempos: “Friends”. Sim, acabou há alguns anos, mas assim como Gilmore Girls é um destes seriados que ficou marcado e que eu simplesmente não me canso de ver! Mas para a minha infelicidade no Netflix só as cinco primeiras temporadas estão disponíveis. Então, imaginem a minha frustração em saber que não poderia ver *spoiler alert!* o que acontece depois que Ross e Rachel se casam em Las Vegas ou o rumo da relação entre Chandler e Monica. Claro que eu já vi tudo isso, mas é sempre como se fosse a primeira vez.

E na tentativa de suprir o seriado, cá estou, fazendo este post e assistindo novamente a segunda temporada de House (série que também tem apenas cinco temporadas disponíveis no Netflix). No fim das contas, vou acabar comprando as dez temporadas porque Friends é uma dessas coisas que vale a pena! =]

Aleatoriedades de Segunda #2

Gilmore Girls e Nostalgias

Tem gente que tem uma música favorita. Um lugar, um livro, um cheiro, algo que nos faz voltar no tempo quase que instantaneamente e mergulhar de cabeça em uma época em que tudo parecia mais fácil, mais feliz e só você não foi avisado. Bem, no meu caso é Gilmore Girls: esta série de TV que ocupava minhas tardes depois da escola, quando a lição de casa era muito chata ou eu esperta o suficiente pra já ter dado cabo da mesma. Era rotina: eu e minha mãe assistíamos o seriado todos os dias (nada mais apropriado, não?) e ficávamos imersas naquele mundo de referências que por vezes não compreendíamos, nas falas rápidas, tão rápidas que parecia que a legenda tinha que correr para alcançar o roteiro, naquela cidade pacata, pitoresca, saída do sonho de muita gente: poucos habitantes, nenhum problema.

Mas, o seriado teve um fim (que eu não assisti até hoje) e minha vida continuou. Hoje, muitos anos depois de tudo isso, me encontro completando a coleção de DVDs da série, aos quais assisti como se não houvesse amanhã mas esqueci de um detalhe: ainda não tenho a sétima e última temporada apesar de já ter terminado a sexta. Assim sendo, vocês devem imaginar como tem sido meus dias, ainda mais porque resolvi pedir o DVD de presente de Natal e até o dia 25, cá estou, sem nunca ter assistido a última temporada da minha série favorita. Porém devo confessar que isto traz até um certo alívio, porque consigo curtir mais um pouco aquela época que ficou para trás onde minhas preocupações se resumiam a animes, trabalhos da escola, dormir e sonhar em ser adulta. Ah! As crianças e adolescentes… Tão inocentes sonhando com a vida adulta… Momentos de nostalgia pura.

E para quem nunca ouviu falar de Gilmore Girls: BLÉÉÉÉ!!! Não sabe o que está perdendo. ;)

Christmas Time is Here…
Natal

Já que eu toquei no assunto… Cá estamos! Há quase uma semana da minha data mais favorita do ano! Simplesmente amo o natal! Sou daquelas que acorda no dia 26 de dezembro já planejando o natal do ano seguinte. Adoro como as coisas ficam enfeitadas, as luzes piscando, os laços da árvore, aquelas receitas de família que só aparecem no natal… Tudo é diferente, tudo é especial, até o ar parece que muda de densidade: fica mais leve, mais feliz! Não sei explicar, só sei que é a minha época favorita do ano!

E sendo a srta. organização, claro que há mais de uma semana todos os meus presentes já foram comprados e estão embaixo da árvore de natal. Está aí uma parte crucial pra mim: não deixo, sob nenhuma hipótese, para comprar os presentes depois da primeira semana de dezembro porque isto significa várias coisas: produtos esgotados, muitas pessoas em todos, todos os lugares (acho que elas aparecem até da Terra do Nunca), vendedores com muito trabalho e pouca atenção, praça de alimentação lotada, famílias fazendo city tour e um stress que pode ser evitado antecipando as compras de natal. Sempre estipulo um teto do que quero gastar, procuro todas as opções online, o que posso, compro pela internet e vou para o shopping com a lista na mão sabendo exatamente o que quero e quanto vou gastar.

Dizem que não sou uma mulher comum: apenas odeio passar horas a fio no shopping olhando vitrines e encontrando coisas para comprar. Mas de qualquer forma, mesmo que eu tenha que cozinhar no shopping, tudo fica bem porque é natal!