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Aleatoriedades de Segunda #19

Resoluções de Ano Novo
Aleatoriedades de Segunda #19

Eu não sou uma pessoa que faz “resoluções de ano novo”. Nunca conheci alguém que conseguisse cumprir tais metas. E a maioria das pessoas tenta fazer as pazes com a balança logo no primeiro mês do ano. Mas é só começar o carnaval que tudo vai por água abaixo. Mas se tem uma coisa que eu faço é estabelecer metas para a minha vida. Podem ser que elas se concretizem agora, amanhã, semana que vem, ano que vem, daqui a 10 anos, eu não sei, mas são coisas que eu gostaria de ter e manter comigo. A mais importante delas e talvez a mais clichê de todas seja ser feliz. E quem não quer ser feliz, certo? Mas se 2014 me ensinou uma coisa é que felicidade não vem tão fácil assim. É preciso trabalhar e trabalhar duro por ela. Não estou me referindo ao meu trabalho profissional, mas sim como pessoa. Isso porque a felicidade que o dinheiro traz é fulgás: vem e vai embora assim que você sai da loja com a sacola em mãos.

Quero ser feliz primeiro comigo mesma. Eu sou a rainha da auto-crítica, vocês não tem ideia! Nada nunca está bom. Sempre pode melhorar, melhorar e melhorar. Eu nunca estou bonita. Eu nunca sou bonita. Problemas de auto-confiança e auto-estima estão na minha pauta este ano, porque não tem como ser feliz se você primeiro não estiver satisfeito consigo. Depois eu preciso mudar velhos hábitos de racionalizar tudo, levar tudo tão a sério… Parecem coisas simples e triviais, mas eu garanto que não é tão fácil assim! Claro que além disso, é preciso encarar a vida com outros olhos. Não sei vocês, mas eu tenho uma tendência de sempre pensar o pior de tudo e nem preciso dizer o quão péssimo é isso, certo?

Então cá está a minha “maior resolução de ano novo”: ser feliz! E vocês? Fazem resoluções também?

 

Gossip Girl
Aleatoriedades de Segunda #19

Ok. Depois de todo mundo cá estou eu assistindo Gossip Girl. Existem três culpados para isto: uma amiga (obrigada por me viciar Bru!), o Netflix e o winter break das séries nos EUA. Fazia algum tempo que eu ouvia falar da série, mas sempre achei superficial e bobinha demais. Não que eu estivesse errada, afinal acompanhar a vida de adolescentes abastados em Nova Iorque instantaneamente nos faz pensar em limousines, festas, álcool, drogas, marcas de luxo e muito dinheiro em jogo. Basicamente é sobre isso que trata o seriado para quem ainda não assistiu. E claro, são adolescentes, então intrigas, drama e confusão são apenas a cerejinha do bolo.

E esta pode ser a parte em que vocês me perguntam porque eu ainda estou assistindo Gossip Girl. Eu não sei! Hahahaha! É apenas viciante! E por mais superficial que a história pareça, alguns personagens como Chuck Bass (Ed Westwick), Rufus Humphrey (Matthew Settle) e Lily Bass (Kelly Rutherford) são mais profundos do que as protagonistas Bailr Waldorf (Leighton Meester) e Serena van der Woodsen (Blake Lively). Aliás, Chuck, que supostamente seria um daqueles personagens para odiar, está se provando muito mais interessante do que a série inteira vejam só! Por enquanto cheguei apenas ao começo da 3ª temporada, mas do jeito que vai, daqui a pouco será mais uma que vou assistir inteira sem nem perceber.

 

Summertime

Eu não gosto do verão. Na verdade é bem o contrário: não suporto o calor! Mas já que cá estamos e o forno assa até meados de março/abril, a playlist desta semana é para pelo menos levantar os ânimos de quem, como eu, não aguenta mais depender do ventilador e do ar condicionado para viver.

Aleatoriedades de Segunda #9

Mania ou TOC?
Mania ou TOC?

Eu tenho uma mania que ainda não chegou no nível do TOC (transtorno obsessivo compulsivo): organização. Sabem aquelas pessoas que vão em lojas e discretamente começam a arrumar as coisas que estão fora do lugar? Eu não faço isso sempre, mas faço às vezes. Meu quarto, eu posso dizer com certeza absoluta que é o lugar mais organizado da minha casa. Eu sei onde está tudo. E se alguém tira alguma coisa fora do lugar, eu sei que algo está errado. E acreditem, é difícil controlar a vontade de sair por aí organizando tudo que eu vejo pela frente, hahahaha!

Meu carrinho de esmaltes por exemplo, é organizado por marcas e depois por coleção. Se não tem coleção, é organizado por cor, assim como meu guarda-roupas, onde tudo é organizado por estação e por cor. Minha cama está sempre arrumada depois que eu levanto, porque simplesmente não consigo dormir com ela desarrumada. Enfim, vocês devem imaginar que por aqui cada coisa tem o seu lugar. O bom é que minha psicoterapeuta disse que isso ainda não é um TOC e só o fato de eu ter consciência de que pode ser algo que me atrapalhe, já é meio caminho andado para o tratamento dessa mania (não que eu queira deixar de ser organizada, porque isso facilita muito a vida, mas eu poderia diminuir um pouquinho o nível).

Mais alguém por aí compartilha de alguma mania assim?

R.I.P. The Carrie Diaries
The Carrie Diaries

Ok, não era mesmo a melhor série do mundo e foi cancelada. Era bem bobinha, bem girlie, mas eu vou confessar que eu me divertia um bocado assistindo! Eu assisto algumas coisas mais “pesadas” como Law & Order: SVU e Game of Thrones, que acabam me pegando mais pela história do que outra coisa (Game of Thrones é um banho de sangue por episódio, por exemplo), mas acabo preferindo sitcoms e coisas mais leves como foi com The Carrie Diaries, Jane by Design, Smash e tantas outras séries que eu assistia e acabaram sendo canceladas.

Óbvio que um dia as coisas encontram seu fim, mas o problema é quando as séries são canceladas e simplesmente não terminam. Smash teve seu final act e conseguiu amarrar bem as histórias dos personagens sem deixar os espectadores a deriva. Jane by Design terminou em um cliffhanger, ou seja em um penhasco, literalmente! E assim foi mais ou menos com The Carrie Diaries. São essas coisas que realmente me deixam chateada. Imaginem se Friends acabasse no meio, sem um final de verdade?

Frustrações…

80’s!

Claro que em “homenagem” ao cancelamento de The Carrie Diaries a playlist de hoje é recheada de músicas que trocaram durante as duas temporadas da série. Então, divirtam-se com A-ha, Madonna, The Cure, Cindy Lauper…

Aleatoriedades de Segunda #6

Voltei? Mais ou Menos…

Hoje é feriado e já faz um bom tempo que eu não apareço por aqui. Muita coisa aconteceu desde aquela última postagem e acreditem ou não, minha saúde ainda não está nos eixos, mas ainda assim, sinto falta do blog, deste espaço, da nossa conversa sobre coisas de mulherzinha. Para quem não está entendendo nada, vou tentar resumir: apareceu uma dor nas minhas costas muito forte lá em janeiro. A princípio foi tratada como um simples abaulamento de discos (isso significa, que o espaço entre uma vértebra e outra da coluna diminuiu e no meu caso, eram duas vértebras). Mas depois de muita medicação e sem conseguir andar ou sentar, acabei afastada do trabalho – e ainda estou. Como desgraça pouca é bobagem, no meio de março fui internada com dengue hemorrágica, além da dor nas costas que anda me consumindo.

Resumo da ópera: depois de 187 exames (de exame de sangue, a líquor, eletroneuromiografia, ecodopplercardigrama, ressonâncias e tomografias, além de outros) descobriram que o problema na coluna era algo além do abaulamento e cá estou, em tratamento com um fisiatra, tomando medicações fortes e tentando, em passo de formiga, retomar atividades que não exijam muito da minha postura. Sendo assim, vou tentar voltar a postar, mas com certeza, pelo menos por hora, não será uma coisa diária.

 

Para Aliviar a Mente

Eu assisto muitos seriados e agora, mais do que nunca, é o que tem me distraído (fico a maior parte do tempo deitada). Não sei se vocês conhecem todos, mas com exceção de Game of Thrones que me revira o estômago, mas eu não consigo parar de assistir, achei uma boa compartilhar estas series que são bem leves e dá para se divertir.

The Mindy Project conta a história da protagonista Mindy Lahiri (Mindy Kaling), uma ginecologista que trabalha em uma clinica com outros ginecologistas homens, mas que tem como uma de suas principais preocupações, encontrar o príncipe encantado. Entre indas e vindas, gafes e muitas situações bizarras, a série não tem uma enredo super diferente, ou nenhum atrativo ou grande nome no elenco, mas é cativante e bem divertida. São 20 minutos das mais inusitadas situações e apuros amorosos.

Claro que não é minha série favorita de todos os tempos, mas para quem está procurando algo só para se divertir um pouco, vale a pena procurar.

Hart of Dixie é uma série bem bobinha e menininha, com Rachel Bilson, famosa por sua atuação em The O.C. (que não, eu não vi). É mais uma daquelas séries com muito romance e várias pitadas de comédia. Rachel interpreta Zoe Hart, uma médica que se muda de Nova Iorque para o interior do Alabama, em uma pequena cidade chama Bluebell onde todos conhecem todos e mais um pouco. Tentando se ajustar a nova realidade e dividindo um consultório com um amigo de seu falecido pai, Zoe acaba movimentando (e muito) a vida da pacata cidade.

A série já está em sua terceira temporada e é um bom passatempo para quem não está procurando dramas ou histórias densas (eu gosto de assistir depois de Law & Order: SVU, que geralmente não traz histórias lá muito felizes, então dá uma bela aliviada).

 

Para Curtir

Por fim, é feriado e não sei vocês, mas eu estou no clima de não fazer nada, hahahaha! Então montei uma listinha com músicas que gosto de ouvir em dias como este. Só para curtir mesmo.
 

Aleatoriedades de Segunda #3

2014, seja bem-vindo!

Firework display by Country CANADA..at Malaysia International Firework Competition 2007Foto: SJ Liew

O final de 2013 foi tão, mas tão corrido que mal tive tempo de ver meus e-mails. Mas eis que foi uma correria boa, da qual confesso, até senti falta nos últimos anos. Fazia algum tempo que isso não acontecia comigo no fim do ano! Foi bom por um lado mas por outro não consegui fazer os favoritos do ano, os melhores posts do blog e assim por diante (e portanto, não estranhem quando virem estes posts por aqui nas próximas semanas). De qualquer forma isso tudo não é uma justificativa pela minha ausência e sim a vida, com seus acontecimentos imprevisíveis e algumas vezes, planejados.

De qualquer forma, ano novo sempre me faz olhar para trás e ver as coisas boas que aconteceram (porque as ruins a gente pode deixar a cargo do esquecimento) e muitas delas, estiveram envolvidas com vocês, com o blog e por isso eu sou muito, muito grata! Nunca imaginei que o lipstick corner estivesse prestes a completar 5 anos e muito menos que tivesse uma participação tão importante na minha vida. Que em 2014 possamos continuar juntas aqui e que possamos perseguir nossos sonhos com determinação, um sorriso no rosto e muito amor!

Muito obrigada por mais este ano!

Ano novo, vida nova?
Resoluções de Ano Novo

Outro fato que eu sempre achei curioso em relação ao ano novo são as tais resoluções. “Vou perder 10kg este ano”, “Este ano vou levar uma vida mais saudável”, “este ano vou me matricular na academia”, “vou mudar de vida”, “serei uma pessoa melhor”… Nunca fiz resoluções de ano novo, nunca conheci ninguém que conseguisse cumprir suas próprias resoluções e sou dessas que acredita que mais vale a pena uma resolução para a vida do que dez para um ano. De tempos em tempos nós temos vontade de mudar tudo de uma vez e até conseguimos por uma semana, um mês, seis meses mas dificilmente aquilo vira um rotina, hábito e logo voltamos à “vida antiga” regada de doces, sedentarismo e sonhos que ficam mais e mais longe.

Talvez este sentimento derive da minha personalidade um tato metódica e com um pé na obsessão por organização. Gosto de planejar o que faço, traçar metas realistas com o que tenho em mãos, mas sem me proibir de sonhar. Não fiz nenhuma resolução de ano novo, mas desde 2013 quando minha vida começou a mudar, venho fazendo planos e espero que alguns deles possam se concretizar este ano. É sempre bom ter metas porque elas motivam e nos fazem correr atrás do que queremos, até daquelas coisas que achamos impossíveis, mas que, sabe-se lá como, conseguimos realizar. Claro que, como eu disse no começo do post, a vida é mais imprevistos do que planejamento e acho que isso acaba fazendo tudo ainda mais interessante.

E vocês? Fazem resoluções de ano novo?

Friends

Aproveitei um pequeno descanso de fim de ano para rever uma das melhores séries de todos os tempos: “Friends”. Sim, acabou há alguns anos, mas assim como Gilmore Girls é um destes seriados que ficou marcado e que eu simplesmente não me canso de ver! Mas para a minha infelicidade no Netflix só as cinco primeiras temporadas estão disponíveis. Então, imaginem a minha frustração em saber que não poderia ver *spoiler alert!* o que acontece depois que Ross e Rachel se casam em Las Vegas ou o rumo da relação entre Chandler e Monica. Claro que eu já vi tudo isso, mas é sempre como se fosse a primeira vez.

E na tentativa de suprir o seriado, cá estou, fazendo este post e assistindo novamente a segunda temporada de House (série que também tem apenas cinco temporadas disponíveis no Netflix). No fim das contas, vou acabar comprando as dez temporadas porque Friends é uma dessas coisas que vale a pena! =]